Career Management: education with a difference

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Career Management: education with a difference

Ylana Miller, Partner-director of Yluminarh, and teacher at Ibmec

Planning and defining a professional career are both important new aims and challenges for schools. A career plan should be made by focusing on a life objective, which is a very personal process. As such, how about beginning by reflecting on the path you intend to follow? What are the values, personal motivation and satisfaction related to your future career? What would make you happy in your career? What are the objectives and results you want to achieve? How can you differentiate yourself in the job market?

Self criticism and an analytical capacity are fundamental underlying factors in this reflection. It is a moment to think about your learning; and areas you want to improve in. Use your intelligence in this process. There is no room to be reactive, determine whether it will be necessary to change any habits, and keep an open mind for new approaches.

We all have a variety of talents, and the main aim is to discover our work potential. The job market sometimes uses the concept of talent as a synonym for “extraordinary people”, with an elitist connotation. Talented individuals are not only the professionals in senior management positions. It is also up to the leaders to contribute to the perception of the necessary diversity of talent required in a team, invest in them, and create the conditions for them to perform to the best of their abilities.

Given this, what are the most valued professional profiles in the job market? In general in the past, organizations only prioritized professionals driven by results. The highlight nowadays is more on individuals capable of putting several attributes to work seeking differentiated results. The market has changed to one that prioritizes behavioral skills, abilities, and attitudes that make someone stand apart. At the times they are seeking new talent, the search is on for people that show qualities of leadership, communication, resilience, interpersonal relationships, team work and negotiation skills.

As such, what is the role of formal education and teaching institutions in the process of human development? The essential skills required by the job market are not those outlined in any academic curriculum. The educational system values and improves on abilities attributable to the left hemisphere of the brain. School curriculums generally reinforce a rigid train of thought, and a certain distancing from innovation, while the new era requires more creative professionals, with intuition. People who are not intimidated by the possibility of making mistakes and failure, and who communicate well and can lead.

Professionals in the area of education can create more synergy between the conceptual approach (academic curriculum) and practice (career and market trends), in an attempt to approximate academia with the job market. By adopting this approach, educators can contribute to improving their employability of their students, and organizational development as a whole.

The sustainability of organizations is related to continued learning, whatever the business and operating segment. The products and processes are similar; and what differentiates them is human capital. Investment is increasingly being made in development programs that focus on skill sets, with the aim of contributing to a more complete education.

This responsibility can be shared: educators, entrepreneurs, managers and professionals, all promoting changes through education and human development.

It is important to emphasize that the protagonist in this process is the individual. The investment in their schools has a direct relationship with their growth and learning.

Career management requires self knowledge, initiative, business creativity and continued learning. Exploring new possibilities and always with an open mind to learning something new. Invest in the journey to find yourself.

 

Gestão de Carreira: a educação como um diferencial

Ylana Miller, Sócia-diretora da Yluminarh e professora do Ibmec

Planejar e definir uma trajetória profissional são estímulos a novas escolhas e desafios. Um plano de carreira deve ser feito com foco no objetivo de vida. É um processo pessoal. Então, que tal começar refletindo no caminho que pretende seguir? Quais são os seus valores, satisfações e motivadores de carreira? O que traz felicidade na sua carreira? Quais objetivos e resultados pretende alcançar? Como se diferenciar no mercado de trabalho?

Autocrítica e capacidade de análise são fundamentais para ajudar nessas reflexões. É o momento de pensar no seu aprendizado e no que precisa aprimorar. Aja com inteligência. Não há espaço para ser reativo. Avalie se será necessário mudar alguns hábitos, portanto tenha abertura para o novo.

Todos nós temos múltiplos talentos. Descobrir o nosso potencial dá trabalho. Por vezes, o mercado utiliza o conceito de talento como sinônimo de “pessoa extraordinária”, com uma conotação elitista. Talentosos não são apenas os profissionais que ocupam posições de alta gestão nas organizações. Cabe aos líderes contribuir também na percepção da diversidade de talentos da sua equipe, investir neles e criar condições para a sua manifestação.

Então, qual é o perfil profissional que vem sendo mais valorizado pelo mercado de trabalho? Em geral, as organizações priorizavam somente os profissionais orientados para resultados. Hoje, o destaque é para aqueles que são hábeis em mobilizar diversos atributos em prol de resultados diferenciados. Passou-se a ter um olhar para as competências comportamentais, habilidades e atitudes que assegurem uma marca única. No momento de atração de talentos, a busca é pelas pessoas que se destacam em liderança, comunicação, resiliência, relacionamento interpessoal, trabalho em equipe e negociação.

Sendo assim, qual o papel da educação formal e das instituições de ensino no processo de desenvolvimento humano? As competências essenciais exigidas pelo mercado não são contempladas no currículo acadêmico. O sistema educacional valoriza e aprimora as habilidades do hemisfério esquerdo do cérebro. Os currículos reforçam uma rigidez no pensamento e um distanciamento da inovação, enquanto a nova era exige profissionais criativos, com intuição. Que não se intimidem frente aos erros e possíveis fracassos. Que se comuniquem bem e liderem.

Profissionais da área de educação podem promover mais sinergia entre a abordagem conceitual (currículo acadêmico) e prática (carreira e tendências de mercado), numa tentativa de aproximar a Academia do mercado de trabalho. Ao adotarem essa abordagem, contribuirão para a empregabilidade, assim como para o desenvolvimento organizacional como um todo.

A sustentabilidade das organizações está relacionada ao aprendizado contínuo, seja qual for o negócio e segmento de atuação. Os produtos e processos são semelhantes; o que os diferencia é o capital humano. Cada vez mais se investe em programas de desenvolvimento com foco em competências, visando contribuir para uma formação mais plena.

Essa responsabilidade pode ser compartilhada: educadores, empresários, gestores e profissionais promovendo mudanças através da educação e do desenvolvimento humano.

É importante ressaltar que o protagonista desse processo é o indivíduo. O investimento nas suas escolhas tem uma relação direta com o seu crescimento e aprendizagem.

Gestão de Carreira exige autoconhecimento, iniciativa, criatividade empreendedora e aprendizado contínuo. Explore novas possibilidades e esteja sempre disposto a aprender. Invista na busca pela sua realização.

 

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